Motociclista cai de moto e pede ajuda a irmandade.
12/04/2018 - 16h14 em Motociclista

IRMANDADE, AMIGOS E FAMILIARES CHEGA UM PONTO EM NOSSAS VIDAS QUE SÓ NOS RESTA AJUDAR AO PRÓXIMO E EU VENHO ATRAVÉS DESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO PEDIR QUE VOCÊS ME AJUDEM A RESOLVER O PROBLEMA DE SAÚDE DE NOSSA IRMÃ MOTOCICLISTA:

Patricia Ornellas Wisniewski que é uma pessoa que se pode contar em todas as horas, sejam boas ou ruins. Uma Leoa literalmente, entra em campo para defender e ajudar seus queridos sempre que necessário – mesmo que a pessoa não peça, ela dá um jeito de ajudar sem que seja notada. Mas essa Patrícia não tem existido mais desde que sofreu um acidente em 29/12/2015 na subida da Serra de Petrópolis, são 2 anos e 4 meses de sofrimento no aguardo de ajuda e na dependência de um sistema de saúde falido. Após ir visitar seus amigos e familiares em Resende, retornando para sua casa Petrópolis, onde também é professora na FAETEC/Petrópolis, apesar de todo cuidado que sempre teve ao pilotar, sua moto derrapou numa curva com óleo na pista na Serra de Petrópolis. Esperou muito por socorro e por fim um carro passou e chamou ajuda. No hospital identificaram fratura em 9 costelas, clavícula, escápula e perfuração no pulmão, tudo no lado direito. Quase morreu sufocada pelo próprio sangue! Ficou 15 dias internada no CTI e mais 14 em enfermaria, onde teve também infecção hospitalar. Durante seu tempo internada, por conta das dores lancinantes, foi medicada com potentes anestésicos de uso hospitalar. Teve alta e retornou para Resende para ficar sob os cuidados da sua zelosa mãe, Cristina Ornellas. Inicialmente, os médicos disseram que apesar de tudo, as fraturas se consolidariam por si só em torno de quatro a seis meses. Não foi o que houve. Desde então tem procurado médicos que resolvessem o seu problema, um deles disse que não a operaria pois não se tratava de “tórax instável ... só quebrou 9 costelas, se tivesse quebrado as 12 ele a operava”. Outro disse para esperar que as costelas se consolidariam nos lugares certos e indicou o uso de uma cinta e que ela não iria ficar “torta” e a falta de ar e as dores iriam acabar. Chegou a ouvir de uma outra médica que “ela teria que apreender a conviver com a dor” Dias e meses passaram e as dores só aumentaram. Procurou mais uma opinião e o médico pediu mais exames e afirmou que não poderia operá-la pois as fraturas estavam “velhas”. As dores só aumentaram e são excruciantes. Um médico especialista da Clínica da Dor interveio e receitou remédios mais controlados que o normal. Mas as dores não somem, só diminuem. Na busca por tratamento adequado, buscou outro médico que se espantou com seu caso, pois é muito raro que alguém que tenha quebrado tantas costelas ainda esteja vivo. Este médico a encaminhou para o INTO – Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia no Rio de Janeiro. Ela passou por vários médicos no INTO e refizeram todos os exames já realizados. Não foi fácil... Imagine sacolejar na estrada ida e volta de Resende para o Rio de Janeiro – são mais de duas horas de viagem pela Via Dutra - e sentindo dores nunca imaginadas aumentadas pelas viagens. Finalmente, fora atendida pelo médico capaz de solucionar suas mazelas no INTO que afirmou que o caso é urgente, uma cirurgia de grande porte e enquanto não a fizer, corre risco de ter outra perfuração no pulmão enquanto suas 9 costelas estiverem quebradas e soltas, além de dificultar a respiração e ter risco de morrer enquanto dorme. E seu tórax instável já está com pseudoartrose, ou seja, as que solidificaram, estão todas tortas e fora dos lugares normais e as outras não irão para o lugar por conta própria, mas com a cirurgia ela poderia tranquilamente voltar à sua vida normal. Para a realização da cirurgia, ela precisa de próteses MatrxRib, mas o INTO não possui as próteses que ela precisa. Ao saber disso, até a psicóloga que acompanhava a consulta também chorou. São necessárias próteses de costelas, parafusos e placa de clavícula, dentre outros itens. Mas felizmente, apareceu um gentil patrocinador para as próteses necessárias para a realização da cirurgia. Mas o INTO não pode receber próteses doadas e por isso a cirurgia precisará ser feita na rede particular com custo inicial estimado em R$ 24.700,00 – dinheiro este que a Patrícia não tem – sem contar os custos do pós-operatório, como fisioterapia, cuidadores especializados e medicamentos. Desesperançada, a Patrícia se vê obrigada a conviver com dores alucinantes, com dificuldade para andar ou simplesmente se levantar da cama e usando uma bengala. Os remédios parecem não mais atenuar sua dor. Seu corpo criou resistência aos medicamentos e ela se vê obrigada a conviver com a dor, com dificuldades para respirar e andar. Vive mais de 10 horas por dia dopada e o restante atordoada e em depressão. Professora concursada do Estado do Rio de Janeiro, por estar a mais de dois anos em licença médica, já enfrenta processo de aposentadoria compulsória aos 40 anos de idade e, claro, não receberá seu salário integral. Após tanto esforço e dedicação para ser aprovada num concurso público, o desmonte do SUS refletirá também na sua vida profissional e financeira. O que será dali por diante? Mas os amigos dela se recusam a aceitar essa realidade e por isso resolvemos criar essa campanha para levantar fundos para arcar com os custos da cirurgia que vai devolver para a Patrícia sua mobilidade, sua liberdade e sua saúde física e mental. Acreditamos poder contar com a ajuda de todos e estamos certos que conseguiremos resgatar a dignidade da Patrícia.

CLIQUE AQUI E AJUDE: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/todos-pela-patricia

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